Foto histórica: Um branco racista da KKK (Ku Klux Klan ) sendo socorrido por médicos

e enfermeiros NEGROS logo depois de ser baleado!

 


 

LEI ÁUREA

 

 

Em 14 de novembro de 1960, Ruby Bridges, uma menina de seis anos de idade, foi levada à escola em Nova Orleans, EUA, por uma escolta de policiais federais.
                                         A menininha foi pesadamente insultada e ameaçada de morte por uma multidão enfurecida.
Ela assistiu às aulas sozinha (as demais crianças foram mantidas em casa pelos pais).
E na volta para casa foi apedrejada.
Seu crime: Ruby Bridges era negra.

Faleceu ontem (dia 24/05) pela manhã Abdias do Nascimento.
Poeta, político, artista plástico, jornalista, ator e diretor teatral, Abdias foi um corajoso ativista na denúncia do racismo e na defesa da cidadania dos descendentes da África espalhados pelo mundo (cf. Correio Nagô). 
Ex-militante da Frente Negra Brasileira, Fundador do Teatro Experimental do Negro, do qual fez parte, dentre outras atrizes e atores, Ruth de Souza, ex-deputado federal e ex-senador, Abdias deixa um legado de luta e dignidade, que é preciso manter vivo, seja por meio da leitura de seus livros, seja aprendendo com sua atitude de insubordinação ou por meio da discussão de seus ideais humanitários.
Axé, Abdias, vivo sempre em nossa memória!
 
Para saber um pouco mais sobre a vida desse ícone do movimento negro, é fundamental a leitura da maravilhosa biografia feita por Éle Semog, publicada pela Editora Pallas: Abdias - o Griot e as Muralhas.
Dois vídeos também mostram um pouco a face humana e a história desse ativista:


http://www.youtube.com/watch?v=kjT-nbvV0uE


http://www.youtube.com/watch?v=fvSvdDwvVaw&feature=related
 


Fonte: Quilombhoje

 

 

  
 Médico acusado de racismo - Notícia da Folha de São Paulo 
 
 
   
 
 
   
 
FOLHA DE S. PAULO - COTIDIANO
Médico acusado de racismo é condenado a pagar R$ 20,7 mil

Decisão da Justiça Estadual de SP determinou que o médico J. A. S., acusado de injúria racista, pague a copeira J. O. indenização por danos morais de 50 salários mínimos (R$ 20,7 mil). Cabe recurso à determinação. ``Ele me xingou de preta filha da puta e atirou uma bandeja em mim``, disse J., 44, moradora de São José do Rio Preto (interior de SP). O incidente ocorreu em setembro de 2007 no hotel em que ela trabalhava na cidade, enquanto levava o café da manhã no quarto onde o médico estava hospedado. Na decisão do juiz Lavínio Paschoalão, o magistrado afirma que quando foi feito o boletim de ocorrência o médico admitiu à polícia ``a conduta ofensiva``. Na delegacia o médico apresentou documentos afirmando morar no Tocantins e não compareceu às audiências do processo. A reportagem tentou, sem sucesso, contato com o clínico-geral ontem, por meio de número de telefone celular.O crime de injúria com cunho racial prevê reclusão de um a três anos e pagamento de multa.





Brasileiros pretos[1]
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Brasileiros pretos notáveis: Ernesto Carneiro RibeiroRonaldinhoPeléDaiane dos SantosCruz e SouzaJoaquim Benedito Barbosa GomesBenedita da SilvaSeu Jorge

Lançado o Ano Internacional do Afrodescendente no Brasil

ano_afrodescendenteFoi lançado pela ministra chefe da Secretaria de Promoção de Políticas para a Igualdade Racial (Seppir), no dia 21, o Ano afrodescendente no Brasil. O lançamento da campanha marca também os oito anos de criação da Seppir e o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, comemorado no dia 21 de março, que lembra as vítimas do massacre de Shapeville na África do Sul, mortas enquanto realizavam um protesto pacífico contra o regime de segregação racial.

O lançamento da Campanha no Brasil se justifica pelo alto número da população negra no país que é maior do planeta (e primeira fora do continente africano), este ano é a ocasião para chamar atenção para as persistentes desigualdades que ainda afetam esta parte importante da população brasileira.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2009, 51,1% dos brasileiros se reconhecem como "pretos" ou "pardos". Significa que mais da metade de população brasileira tem descendência africana.

2011, Ano do afrodescendente

O ano Internacional do Afrodescendente foi declarado pelo Órgão das Nações Unidas. O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, explicou o objetivo da iniciativa. Segundo ele, o Ano Internacional tentará fortalecer o compromisso político de erradicar a discriminação a descendentes de africanos. A iniciativa também quer promover o respeito à diversidade e herança culturais.

Por ocasião do lançamento o secretário geral fez um apelo para que a comunidade internacional  se empenhe em garantir aos afrodescendentes direitos fundamentais como a saúde e a educação: “Vamos todos intensificar os nossos esforços para assegurar que os povos afrodescendentes possam gozar de todos os seus direitos”.

Ban lembrou ainda as metas de integração e promoção da equidade racial estabelecidas pelos países-membros da ONU na Conferência de Durban, em 2001.  O compromisso foi reiterado no ano passado, na Conferência de Revisão de Durban, realizada entre 20 e 24 de abril de 2009 em Genebra (Suíça).

A homenagem aos povos de origem africana foi uma iniciativa da Assembleia Geral da ONU, em reconhecimento da necessidade de se combater o racismo e as desigualdades econômicas e sociais.

Os afrodescendentes estão entre as comunidades "mais afetadas pelo racismo" e "enfrentam demasiadas vezes restrição de acesso a serviços básicos, como saúde e educação de qualidade”, afirmou o secretário geral da ONU.  "A comunidade internacional não pode aceitar que comunidades inteiras sejam marginalizadas por causa da sua cor de pele", afirmou.

Na capa da Revista RAÇA,  a  bela e talentosa

atriz, poetisa Elisa Lucinda.

Mais um deputado racista. Marco Feliciano

Não bastasse o Jair Bolsonaro ofendendo negros e homossexuais, agora o deputado federal Marco Feliciano resolveu "sair do armário" e escancarar seus preconceitos contra esses grupos no twitter.
O deputado afirmou em sua página que "africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé" e afirmou ainda que a pobreza e as doenças que pairam sobre o continente são fruto dessa maldição que teria sido lançada àquele povo devido a ter sido na África que ocorreu a primeira relação homossexual.
Vamos dar um basta nessa corja que recebe salário pago por nós e ainda se acha no direito de atacar cidadãos brasileiros.
Link da petição

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N8408


Guardem bem a cara deslavada desse tolo, e falso cristão.

http://www.youtube.com/watch?v=sLrWjhvCoW8

O racismo é a prova o quanto ainda somos primitivos.

César Jihad (Vulto Madhiba)

Martin Luther King, um ícone da luta por igualdade e paz

 

Foto: Arquivo / FCP

Os ideais de Martin Luther King mobilizaram multidões

Por Karina Miranda da Gama

Martin Luther King Jr. foi um grande líder pacifista. Lutou incessantemente pelos princípios de liberdade e igualdade, e pelos direitos civis na América. Pelo combate pacífico contra o preconceito racial, ganhou o Prêmio Nobel da Paz. Mas a trajetória de um dos mais importantes e respeitados líderes políticos negros foi breve. Luther King foi assassinado no dia 4 de abril de 1968, aos 39 anos, por um branco segregacionista.  

A luta de Luther King pelos direitos civis nos Estados Unidos teve início no episódio conhecido como Milagre de Montgomery, em 1955. Então presidente da Associação de Melhoramento de Montgomery, liderou, junto com os demais membros da comunidade, um boicote às empresas de ônibus da cidade, após um ato discriminatório a uma passageira negra.  

MOVIMENTO – A passageira, Rosa Parks, que se recusou a ceder o lugar para um branco, foi presa por desacato às leis segregacionistas. O episódio colocou a questão racial em debate nacional e gerou um movimento, que durou um ano, para pressionar o Estado a abolir este tipo de segregação. A reivindicação foi acatada pela Suprema Corte Americana, que determinou o fim da discriminação nos transportes públicos.  

King liderou uma série de protestos em diversas cidades norte-americanas contra a segregação racial em espaços públicos e pelos direitos civis do negro. Em 1960, os negros conquistaram o direito de acesso a bibliotecas, parques e lanchonetes. Na década de 60, a questão racial era apenas uma parte da luta de classes nos EUA, além das greves e da luta dos trabalhadores, e da participação dos EUA em golpes e conflitos militares no mundo inteiro.  

MARCHA Em 1963, o ativista político liderou a Marcha para Washington, um movimento de luta pelo fim da segregação racial. O manifesto em prol dos Direitos Civis de todos os cidadãos americanos contou com a participação de mais de 200 mil pessoas. Na ocasião, Luther King proferiu o célebre discurso Eu tenho um sonho, que clamava por uma sociedade de liberdade e igualdade.  

Aos 35 anos, Luther King foi contemplado com o Nobel da Paz, sendo o mais jovem ganhador deste importante Prêmio. A não-violência foi a forma utilizada para articular sua luta, realizada por meio de uma resistência firme, mas pacífica. No entanto, o líder político foi preso por diversas vezes, duramente criticado e sofreu ameaças por seus posicionamentos.  

A batalha de Luther King pelos direitos civis dos negros teve continuidade com a aprovação da Lei dos Direitos Civis, assinada em 1964, que garantia a igualdade de direitos. No ano seguinte, mais uma importante conquista aconteceria: a aprovação da Lei dos Direitos de Voto para os negros. Luther King também lutou em favor de oportunidades de emprego para os pobres no país e, em 1967, uniu-se ao Movimento pela paz na Guerra do Vietnã.  

ASSASSINATO – Martin Luther King foi assassinado no dia 4 de abril de 1968, aos 39 anos, em Menphis. Todavia, sua luta significou um marco histórico na defesa pelos direitos civis de toda a humanidade e pela paz. Seu legado influenciou o fim do Apartheid na África do Sul e permitiu que o mundo assistisse, na primeira década do século XXI, a ascensão do primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América, Barack Obama.  

Temos um sonho e a luta continua!

Manifestações de racismo são constantes na sociedade brasileira e mundial, e ainda assistimos a crimes bárbaros motivados pela questão racial. Os níveis de vitimização de jovens negros são alarmantes, conforme consta no Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil, publicação do Ministério da Justiça e do Instituto Sangari, recentemente lançada (disponível em: www.mapadaviolencia.org.br).  

De acordo com a análise, em todos os dados apresentados, a população negra ocupa os primeiros lugares entre as vítimas por mortes violentas, principalmente os homens negros. “Esta situação está presente em todas as regiões brasileiras, com raras exceções em alguns Estados, e visibiliza um nítido componente racial no perfil de incidência dessas mortes” (trecho do relatório).  

FUNDAÇÃO PALMARES – Neste governo, o cerne da luta contra o racismo é fomentar ações de enfrentamento às violências motivadas pela discriminação, contribuindo para a promoção do direito da população negra à vida. E construir políticas de ações afirmativas para a valorização da cultura negra é o desafio da Fundação Cultural Palmares (FCP), ora sob a presidência de Eloi Ferreira de Araujo.  

Com ferramentas como o Estatuto da Igualdade Racial e a disposição de avançar na transversalidade da cultura com os demais órgãos governamentais e segmentos sociais, os gestores da Palmares desejam promover a identidade dos negros e das negras no Brasil e no mundo. No Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, Luther King inspira o combate à discriminação.  

Violência racial é violação de direitos humanos. Portanto, a luta pela igualdade e pela liberdade não pode parar! 

Luther King, um perfil

Martin Luther King nasceu numa família de negros norte-americanos, em 15 de janeiro de 1929, na parte mais radical do segregacionismo – o sul dos Estados Unidos, em Atlanta. Filho e neto de pastores, cresceu num ambiente de fortes convicções políticas e religiosas, tornando-se pastor batista aos dezenove anos. Formou-se em teologia pelo Seminário Teológico Crozer e, em 1955, concluiu o doutorado em filosofia pela Universidade de Boston. Defendeu a luta pela paz e se dedicou à filosofia do protesto não violento, inspirado nas idéias do líder indiano Mahatma Gandhi.

 

Karina Gama / Fundação Palmares

http://www.ejsantosgaleriaonline.com.br/

 

Visitem essa galeria!

Um marchand negro, divulgando a arte negra do Paraná.

Artistas:


Agenor Evangelista

Bhall Marcos

José Maria Frutuoso

Katia Santos

Ariel Freire

Luis Carlos Profeta


No próximo dia 01/04/2011 1º leilão de artes on-line! em breve imagens no blog.

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