Raça


Não
Não sou um poeta de celebrações
Sou humilde e sou negro
Trago em mim as marcas, discriminações
Mas mesmo assim eu não me entrego


As várias dores que a vida me infringiu
fizeram-me crescer e ser mais forte
Superar os dissabores que a vida me serviu
Cantar a negritude até à morte


Não
Não sou um poeta cabisbaixo por aí
Vivo e escrevo o meu orgulho
Represento a miscigenação de um país
que insiste em ver-me como entulho


As várias cicatrizes que o racismo em mim abriu
fecharam-se, e se tornaram uma couraça
Poeta negro, forte e varonil
Um jardineiro...
a semear, o orgulho de uma raça.

Bhall Marcos


 

Deletem-no da política baiana...!!!

 

Foto histórica: Um branco racista da KKK (Ku Klux Klan ) sendo socorrido por médicos

e enfermeiros NEGROS logo depois de ser baleado!

 


 

LEI ÁUREA

 

 

Em 14 de novembro de 1960, Ruby Bridges, uma menina de seis anos de idade, foi levada à escola em Nova Orleans, EUA, por uma escolta de policiais federais.
                                         A menininha foi pesadamente insultada e ameaçada de morte por uma multidão enfurecida.
Ela assistiu às aulas sozinha (as demais crianças foram mantidas em casa pelos pais).
E na volta para casa foi apedrejada.
Seu crime: Ruby Bridges era negra.

Faleceu ontem (dia 24/05) pela manhã Abdias do Nascimento.
Poeta, político, artista plástico, jornalista, ator e diretor teatral, Abdias foi um corajoso ativista na denúncia do racismo e na defesa da cidadania dos descendentes da África espalhados pelo mundo (cf. Correio Nagô). 
Ex-militante da Frente Negra Brasileira, Fundador do Teatro Experimental do Negro, do qual fez parte, dentre outras atrizes e atores, Ruth de Souza, ex-deputado federal e ex-senador, Abdias deixa um legado de luta e dignidade, que é preciso manter vivo, seja por meio da leitura de seus livros, seja aprendendo com sua atitude de insubordinação ou por meio da discussão de seus ideais humanitários.
Axé, Abdias, vivo sempre em nossa memória!
 
Para saber um pouco mais sobre a vida desse ícone do movimento negro, é fundamental a leitura da maravilhosa biografia feita por Éle Semog, publicada pela Editora Pallas: Abdias - o Griot e as Muralhas.
Dois vídeos também mostram um pouco a face humana e a história desse ativista:


http://www.youtube.com/watch?v=kjT-nbvV0uE


http://www.youtube.com/watch?v=fvSvdDwvVaw&feature=related
 


Fonte: Quilombhoje

 

 

  
 Médico acusado de racismo - Notícia da Folha de São Paulo 
 
 
   
 
 
   
 
FOLHA DE S. PAULO - COTIDIANO
Médico acusado de racismo é condenado a pagar R$ 20,7 mil

Decisão da Justiça Estadual de SP determinou que o médico J. A. S., acusado de injúria racista, pague a copeira J. O. indenização por danos morais de 50 salários mínimos (R$ 20,7 mil). Cabe recurso à determinação. ``Ele me xingou de preta filha da puta e atirou uma bandeja em mim``, disse J., 44, moradora de São José do Rio Preto (interior de SP). O incidente ocorreu em setembro de 2007 no hotel em que ela trabalhava na cidade, enquanto levava o café da manhã no quarto onde o médico estava hospedado. Na decisão do juiz Lavínio Paschoalão, o magistrado afirma que quando foi feito o boletim de ocorrência o médico admitiu à polícia ``a conduta ofensiva``. Na delegacia o médico apresentou documentos afirmando morar no Tocantins e não compareceu às audiências do processo. A reportagem tentou, sem sucesso, contato com o clínico-geral ontem, por meio de número de telefone celular.O crime de injúria com cunho racial prevê reclusão de um a três anos e pagamento de multa.





Brasileiros pretos[1]
Ernesto Carneiro Ribeiro.jpgRonaldinho-7-5-2006.jpg
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Brasileiros pretos notáveis: Ernesto Carneiro RibeiroRonaldinhoPeléDaiane dos SantosCruz e SouzaJoaquim Benedito Barbosa GomesBenedita da SilvaSeu Jorge

Lançado o Ano Internacional do Afrodescendente no Brasil

ano_afrodescendenteFoi lançado pela ministra chefe da Secretaria de Promoção de Políticas para a Igualdade Racial (Seppir), no dia 21, o Ano afrodescendente no Brasil. O lançamento da campanha marca também os oito anos de criação da Seppir e o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, comemorado no dia 21 de março, que lembra as vítimas do massacre de Shapeville na África do Sul, mortas enquanto realizavam um protesto pacífico contra o regime de segregação racial.

O lançamento da Campanha no Brasil se justifica pelo alto número da população negra no país que é maior do planeta (e primeira fora do continente africano), este ano é a ocasião para chamar atenção para as persistentes desigualdades que ainda afetam esta parte importante da população brasileira.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2009, 51,1% dos brasileiros se reconhecem como "pretos" ou "pardos". Significa que mais da metade de população brasileira tem descendência africana.

2011, Ano do afrodescendente

O ano Internacional do Afrodescendente foi declarado pelo Órgão das Nações Unidas. O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, explicou o objetivo da iniciativa. Segundo ele, o Ano Internacional tentará fortalecer o compromisso político de erradicar a discriminação a descendentes de africanos. A iniciativa também quer promover o respeito à diversidade e herança culturais.

Por ocasião do lançamento o secretário geral fez um apelo para que a comunidade internacional  se empenhe em garantir aos afrodescendentes direitos fundamentais como a saúde e a educação: “Vamos todos intensificar os nossos esforços para assegurar que os povos afrodescendentes possam gozar de todos os seus direitos”.

Ban lembrou ainda as metas de integração e promoção da equidade racial estabelecidas pelos países-membros da ONU na Conferência de Durban, em 2001.  O compromisso foi reiterado no ano passado, na Conferência de Revisão de Durban, realizada entre 20 e 24 de abril de 2009 em Genebra (Suíça).

A homenagem aos povos de origem africana foi uma iniciativa da Assembleia Geral da ONU, em reconhecimento da necessidade de se combater o racismo e as desigualdades econômicas e sociais.

Os afrodescendentes estão entre as comunidades "mais afetadas pelo racismo" e "enfrentam demasiadas vezes restrição de acesso a serviços básicos, como saúde e educação de qualidade”, afirmou o secretário geral da ONU.  "A comunidade internacional não pode aceitar que comunidades inteiras sejam marginalizadas por causa da sua cor de pele", afirmou.

Na capa da Revista RAÇA,  a  bela e talentosa

atriz, poetisa Elisa Lucinda.

Mais um deputado racista. Marco Feliciano

Não bastasse o Jair Bolsonaro ofendendo negros e homossexuais, agora o deputado federal Marco Feliciano resolveu "sair do armário" e escancarar seus preconceitos contra esses grupos no twitter.
O deputado afirmou em sua página que "africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé" e afirmou ainda que a pobreza e as doenças que pairam sobre o continente são fruto dessa maldição que teria sido lançada àquele povo devido a ter sido na África que ocorreu a primeira relação homossexual.
Vamos dar um basta nessa corja que recebe salário pago por nós e ainda se acha no direito de atacar cidadãos brasileiros.
Link da petição

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N8408


Guardem bem a cara deslavada desse tolo, e falso cristão.

http://www.youtube.com/watch?v=sLrWjhvCoW8

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